quarta-feira, outubro 21, 2026

Abate de bovinos e aves cresce em Goiás

O volume total de bovinos abatidos em Goiás no segundo trimestre de 2023 cresceu 25,9% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que, de abril a junho, foram abatidas 913.738 cabeças de bois, vacas, novilhos e novilhas no estado. Em relação ao trimestre anterior, o aumento foi de 23,6%.

De abril a junho de 2023, os estabelecimentos goianos que receberam algum tipo fiscalização (federal, estadual ou municipal) abateram 477.622 bois; 309.495 vacas; 5.966 novilhos; e 120.655 novilhas. O maior percentual de crescimento, frente ao mesmo período de 2022, ocorreu no segmento de novilhos, com aumento de 1.262,1%. Na sequência vieram novilhas (64,1%), bois (29,1%) e vacas (9,8%).

A produção estadual de frangos também aumentou. Entre abril e junho deste ano, foram abatidas 124.812.597 cabeças, o que representa um incremento de 14% frente ao registrado em 2022. Já a produção de suínos apresentou recuo de 10% entre os dois períodos. No segundo trimestre deste ano, o número de cabeças abatidas ficou em 477.982.

Abate em Goiás

“De forma geral, os números da Pesquisa Trimestral de Abates do IBGE são muito bons para Goiás, mostrando desempenho acima da média nacional em bovinos e frangos no segundo trimestre”, diz o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende. “No caso dos bovinos, Goiás registrou o segundo melhor desempenho em abates do País, respondendo por 10,9% da produção nacional”, cita.

Ovos, couro e leite

O IBGE também divulgou dados trimestrais sobre a produção de ovos, couro e leite. De abril a junho deste ano, a produção goiana de ovos de galinha aumentou 4,6% frente ao mesmo período do ano passado, e atingiu 55,8 milhões de dúzias. A produção de couro curtido bovino avançou 21,1%, chegando a 1.028.881 peças inteiras. Já a quantidade de leite industrializado aumentou 7,5%, fechando o segundo trimestre com 519,7 milhões de litros.

Números recordes de abates de bovinos e aves registrados no segundo trimestre deste ano são reflexo também do fortalecimento da defesa agropecuária no estado (Foto: Larissa Melo/Sistema Faeg)

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