A modalidade da vaquinha parada segue sendo uma das mais importantes ferramentas de formação dentro do tradicionalismo e do esporte do laço comprido. Muito além de uma simples iniciação, ela representa o primeiro contato das crianças com a cultura gaúcha, com a disciplina esportiva e com os valores que moldam os futuros competidores das pistas e canchas de todo o Brasil.
É na vaquinha parada que nascem os fundamentos técnicos do laço, a concentração, o respeito aos adversários e o espírito de equipe. A modalidade prepara os jovens laçadores para os desafios do laço comprido, incentivando desde cedo o comprometimento, a responsabilidade e a preservação das tradições gaúchas.
Durante o 34º Encontro Gastronômico Cultural e Campeiro do CTG São Jorge, jovens talentos voltaram a colocar o nome de Maringá em evidência nas competições tradicionalistas. Representando o CTG Rincão Verde, o jovem competidor Lucas Ferri, de apenas 11 anos, conquistou o título de campeão na categoria Piazito, demonstrando técnica, determinação e grande potencial dentro do esporte.
Outro grande destaque foi a competidora Heloísa Dezoti Lopes, de apenas 9 anos, que brilhou ao conquistar o título de campeã na categoria Prendinha. Com talento e dedicação, Heloísa mostrou a força da nova geração que mantém viva a essência do tradicionalismo gaúcho dentro das canchas.
A jovem Adriely Silva também teve participação de destaque no evento, conquistando o segundo lugar na categoria Laço Prendinha. O resultado reforça o crescimento das categorias de base e evidencia o excelente trabalho desenvolvido junto às crianças e jovens atletas que representam o tradicionalismo maringaense.
O evento também contou com a brilhante participação da equipe Rancho 4A Cabanha Don Aquelino, que igualmente veste a camisa do CTG Rincão Verde e teve excelente desempenho ao conquistar a categoria Bronze, reforçando o alto nível técnico dos representantes maringaenses.
As conquistas celebradas vão muito além dos troféus. Elas simbolizam o resultado do incentivo às categorias de base, do apoio das famílias, das entidades tradicionalistas e de todos aqueles que acreditam que o futuro do laço comprido começa justamente na vaquinha parada, onde pequenos laçadores dão os primeiros passos rumo a grandes conquistas. (Texto e fotos: Alexandre França)






