Os preços do feijão seguem apresentando comportamentos distintos entre as regiões monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Enquanto o feijão carioca de melhor padrão de qualidade enfrenta maior pressão nos valores, os lotes com notas 8,0 e 8,5 encontram sustentação, impulsionados pela demanda mais firme por grãos sem defeitos. No Paraná, a saca do feijão carioca tipo 01 está sendo negociada ao preço médio de R$ 181,47.
No campo, a combinação de preços baixos e condições climáticas desfavoráveis em algumas áreas produtoras tem desestimulado o plantio do feijão de primeira safra. Diante desse cenário, a Conab revisou para baixo as projeções de área cultivada e de produção. Para a safra 2025/26, que engloba as três etapas de cultivo e será colhida ao longo de 2026, a oferta total está estimada em 3 milhões de toneladas, volume 2,3% inferior ao previsto no relatório anterior e 1,8% menor em relação à temporada 2024/25, conforme dados do Cepea. (com Cepea)
Foto: Gilson Abreu/AEN




