As negociações de soja e derivados começaram dezembro em ritmo lento, de acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) . A diferença entre os valores ofertados pelos compradores e o que pedem os vendedores tem limitado os negócios. De um lado, muitos consumidores seguem abastecidos e aguardam possíveis recuos nas cotações; de outro, produtores, mais capitalizados, têm evitado liberar novos lotes no mercado spot.
Além disso, estão focados nas atividades de campo e atentos ao risco de perdas de produtividade em áreas afetadas pelo déficit hídrico. Para alguns colaboradores consultados, inclusive, é improvável que a safra 2025/26 atinja as 177 milhões de toneladas projetadas pela Conab. No Paraná, a saca segue sendo negociada ao preço médio de R$ 121,39 – queda de 0,02%. (com Cepea)
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