As cotações do suíno vivo seguem praticamente estáveis neste início de ano no mercado interno. Na praça SP — que reúne Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba — o animal vivo entregue à indústria foi negociado a R$ 8,87/kg na terça-feira (6), registrando leve recuo de 0,3% em relação ao fechamento de 2025. Esses dados são do Cepea.
No mercado externo, o desempenho da carne suína brasileira foi histórico. O Brasil encerrou 2025 com novos recordes tanto em volume quanto em faturamento nas exportações do produto. Segundo dados da Secex, em dezembro, o volume embarcado foi o maior já registrado para o mês e o quarto mais elevado da série histórica iniciada em 1997, indicando, conforme análise de pesquisadores do Cepea, um ritmo mais acelerado da demanda internacional.
Entre janeiro e dezembro de 2025, o país exportou 1,5 milhão de toneladas de carne suína, o maior volume anual da história, com crescimento de 11,6% em relação a 2024. Apenas em dezembro, os embarques somaram 136,1 mil toneladas, alta de 29,4% frente a novembro e de 26,2% na comparação anual.
Com o avanço das vendas externas, a receita do setor também atingiu patamar recorde. No acumulado de 2025, o faturamento chegou a aproximadamente R$ 3,6 bilhões, valor 19% superior ao de 2024 e o maior da série histórica da Secex. Em dezembro, a receita alcançou R$ 322 milhões, com expressivos avanços de 30% sobre o mês anterior e de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme dados do Cepea. (com informações do Cepea)
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