A menor procura de varejistas e atacadistas continua reduzindo a liquidez no mercado de feijão. Nesse cenário, a indústria concentra esforços no giro dos estoques, enquanto a retração das compras nas praças acompanhadas pelo Cepea resultou em mais uma semana de queda nas cotações do feijão carioca e do feijão preto.
No campo, a colheita avança no Paraná, ainda sob influência das condições climáticas, que têm aumentado os registros de lotes com qualidade comprometida – no Estado a saca do feijão carioca tipo 01 está sendo negociada ao preço médio de R$ 270,96. Os trabalhos também seguem em Minas Gerais e Goiás, reforçando o ritmo da safra.
Em relação às projeções para a temporada 2025/26, as revisões divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) trouxeram perspectivas positivas para o mercado, impulsionadas principalmente pelo expressivo aumento nas estimativas de produção do feijão-caupi. Para o feijão cores, os ajustes foram mais moderados, enquanto as projeções para o feijão preto voltaram a ser revisadas para baixo – no Paraná a saca está valendo R$ 194,17.
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