sábado, maio 16, 2026

SP implanta medidas para reconhecimento internacional de zona livre sem vacinação contra a febre aftosa

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) inicia 2024 dando continuidade à série de ações que visa o reconhecimento internacional de zona livre sem vacinação contra a Febre Aftosa, pleito que, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), será apresentado à Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) em agosto deste ano, com previsão de reconhecimento internacional em maio de 2025.

Após a última campanha, realizada em novembro de 2023, o Estado de São Paulo passa a adotar diferentes medidas para manter a sanidade do rebanho pecuário.

“São ações que, assim como para a retirada, precisarão do empenho de todo o setor produtivo envolvido, uma vez que a vigilância será um dos principais métodos de prevenção da doença e também para detecção precoce no caso de reintrodução da enfermidade”, comenta Breno Welter, médico veterinário e gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa (Peefa).

Trânsito

Dando andamento no plano estratégico, o Mapa autorizou a suspensão da vacinação dos Estados do Amapá, Bahia, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe, que terão a última etapa em abril de 2024. Tal medida é importante para que acompanhem os demais Estados do Bloco IV e não haja restrição de animais e produtos.

A meta, segundo o Mapa, é que o Brasil se torne totalmente livre de Febre Aftosa sem vacinação até 2026. Para isso, também será publicada uma norma indicando que a partir de 1º de maio de 2024 haverá restrição na movimentação de animais e de produtos entre os Estados que foram autorizados a suspender a vacinação e as demais Unidades Federativas que ainda praticam a vacinação no país.

Atualmente, os Estados que irão manter a vacinação contra a doença são Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e parte do Amazonas.

A restrição, de acordo com o Ministério, é necessária pois, para o reconhecimento, a Omsa exige a suspensão da vacinação contra a doença e a proibição de ingresso de animais vacinados nos Estados e regiões propostas por pelo menos 12 meses.

Campanhas

A partir da retirada da vacinação, o produtor, que antes imunizava o rebanho nos meses de maio e novembro, agora precisará efetuar, nos mesmos meses, a declaração do rebanho, assim como era realizado. Além dos bovídeos, é preciso declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como equídeos (equinos, asininos e muares), suínos, ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes). (São Paulo)

Foto: Divulgação

Receba as informações do site diáriamente.

Mais do Canal do Agro

Grandes marcas apostam no “Arena Churrasco” na Expoingá 2026

O Complexo Crefaz Arena Churrasco chega à Expoingá 2026...

Paraná desponta como novo polo de etanol de milho

O Paraná desponta como novo polo de etanol de...

Petrobras retoma fábricas de fertilizantes para atender 35% da demanda

A Petrobras prevê alcançar mais de um terço da...

Expoingá recebe Congresso Brincar 2026 com foco em inovação e educação infantil

Evento integra metodologias da Educação 4.0 à maior feira...

Temperaturas mais baixas movimentam comércio de couro na Expoingá

Tradicional no universo da moda e conhecido pela durabilidade...

Casa do Colono na Expoingá celebra a cultura rural com réplica fiel dos anos 60

Com objetos históricos, o espaço emociona veteranos e encanta...

Integrado realiza vestibular presencial de medicina em Maringá (PR)

Processo seletivo oferece vagas para ingresso no segundo semestre O...

Indústria avícola do Paraná mantém rígidos padrões de biosseguridade

Sindiavipar está atento às exigências sanitárias da União Europeia...